Esse tempo todo, pensei em mergulhar de cabeça em alguma aventura. Sem roteiro, sem origem, sem fundamento. Proposta que parece vazia, mas que pode dar margem à grandes histórias.
Pensei em continuar aqui, tentando mudar o meu cenário atual. Até hoje não sei se consegui. Também pensei em fugir sem dar satisfações, quem sabe morrer para alguns por um longo tempo. Não consegui. Calculei os prós, os contras, as sortes, os reveses, os triunfos e os fracassos. Encontrei equilíbrio, no fim das contas. Um equilíbrio que não se deve arriscar, por sensatez.
Falta alguma coisa. Falta alguém. É como se todas as pessoas que eu tenho apreço estivessem num mesmo lugar e, ainda assim, eu procurasse outra pessoa. Talvez nem fosse uma pessoa a quem eu procurasse. Talvez a procura fosse somente um pretexto para eu ir atrás de qualquer coisa.
Ultimamente tenho andado pelas ruas ouvindo minhas músicas preferidas, mas passo e percebo muitos me observando. Longe de ser por beleza que eles me encaram: é por estranhamento. O vento bate em meu corpo em movimento, inutilmente tentando me desviar de coisa pior. Não sei o que tenho procurado.
Aí eu recuo, sem rumo. Sozinho, quase sem alma. Sem mim, muito mais com os outros. Talvez eu volte outra hora, um pouco menos confuso, muito mais esclarecido. Não sei quando, mas espero que não seja agora. Numa dessas isso tudo é medo de eu encontrar mais de mim em mim mesmo.
Pensei em continuar aqui, tentando mudar o meu cenário atual. Até hoje não sei se consegui. Também pensei em fugir sem dar satisfações, quem sabe morrer para alguns por um longo tempo. Não consegui. Calculei os prós, os contras, as sortes, os reveses, os triunfos e os fracassos. Encontrei equilíbrio, no fim das contas. Um equilíbrio que não se deve arriscar, por sensatez.
Falta alguma coisa. Falta alguém. É como se todas as pessoas que eu tenho apreço estivessem num mesmo lugar e, ainda assim, eu procurasse outra pessoa. Talvez nem fosse uma pessoa a quem eu procurasse. Talvez a procura fosse somente um pretexto para eu ir atrás de qualquer coisa.
Ultimamente tenho andado pelas ruas ouvindo minhas músicas preferidas, mas passo e percebo muitos me observando. Longe de ser por beleza que eles me encaram: é por estranhamento. O vento bate em meu corpo em movimento, inutilmente tentando me desviar de coisa pior. Não sei o que tenho procurado.
Aí eu recuo, sem rumo. Sozinho, quase sem alma. Sem mim, muito mais com os outros. Talvez eu volte outra hora, um pouco menos confuso, muito mais esclarecido. Não sei quando, mas espero que não seja agora. Numa dessas isso tudo é medo de eu encontrar mais de mim em mim mesmo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário